domingo, 23 de agosto de 2015

Quem serão eles?

Mais uma semana que passou, menos uma semana que resta para gozar as férias. Também falta menos uma semana para as eleições e, apesar de sermos orgulhosamente apolíticos, o tema de hoje será precisamente esse: eleições.
E não, não vamos falar das vantagens da democracia, nem de campanhas, nem de eleições legislativas, apesar de serem as próximas no calendário português. Falaremos das eleições presidenciais, que embora ainda relativamente distantes no espaço temporal, têm já dado muito que falar.
Portanto, hoje iremos dar a conhecer os candidatos favoritos dos autores deste blog para as eleições presidenciais.

Comecemos pela personagem mais humorística do palco da política portuguesa. Ele é madeirense e não é o Cristiano Ronaldo. Ele é maluco e não é o Alberto João Jardim. Falo, sem qualquer dúvida e sem qualquer demora, do José Manuel Coelho.
Essa personalidade, que bem poderia estar internada no Sobral Cid, entrou nas nossas vidas há quase cinco anos e, desde então, têm alegrado a nossa existência com a sua genialidade política. Atormentou os últimos anos do Alberto João enquanto presidente da Madeira e continua a aterrorizar o mandato do atual presidente.
Seria um fantástico candidato, porque, acredito eu, reinaria a boa-disposição. E, talvez, com tudo o que vai naquela mioleira, a Alemanha deixaria de governar a Europa. Tudo porque ele é maluco o suficiente para explodir com aquilo tudo.

O segundo candidato que sugerimos é o Marinho e Pinto. Ex-bastonário da Ordem dos Advogados, eurodeputado e candidato a primeiro-ministro. Este homem é um faz-tudo e é absolutamente incansável naquilo que diz respeito a insultos e agressões a terceiros.
Além disso, é bem possível que ele desista do cargo enquanto presidente apenas um mês após a tomada de posse por considerar que recebe em demasia. Renúncia ao cargo, mas nunca ao salário! Isto é um homem de ideias feitas.
Consideramo-lo um bom candidato porque, se houvesse algum problema entre ele e o governo, ele ia para a televisão e enxovalhava os ministros. Isto se ele ficasse lá durante mais de um mês.

Por fim, mas nem por isso menos credível, temos o Duarte Lima. Ele apenas é acusado de homicídio e desvio de capitais, mas se no Brasil uma pessoa condenada por assalto à mão armada pode chegar a presidente, por que razão um homicida em Portugal não pode?
Talvez, com a sua eleição, pudesse ser finalmente firmado o acordo de extradição com o Brasil e o Duarte Lima pudesse ir governar para lá e criar de novo o império português. E, quem sabe, se calhar o Sócrates ficava como regente do território desde o forte de Évora.


Por hoje é tudo, e não podemos deixar de referir para, na eventualidade de alguns destes nomes se encontrar no boletim de voto, refletirem bem antes de tomarem qualquer decisão. Porque são estes os homens certos para esse cargo.

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