Mais uma semana que passou, menos uma semana que resta para gozar as
férias. Também falta menos uma semana para as eleições e, apesar de sermos
orgulhosamente apolíticos, o tema de hoje será precisamente esse: eleições.
E não, não vamos falar das vantagens da democracia, nem de campanhas, nem
de eleições legislativas, apesar de serem as próximas no calendário português.
Falaremos das eleições presidenciais, que embora ainda relativamente distantes
no espaço temporal, têm já dado muito que falar.
Portanto, hoje iremos dar a conhecer os candidatos favoritos dos autores deste blog para
as eleições presidenciais.
Comecemos pela personagem mais humorística do palco da política portuguesa.
Ele é madeirense e não é o Cristiano Ronaldo. Ele é maluco e não é o Alberto
João Jardim. Falo, sem qualquer dúvida e sem qualquer demora, do José Manuel
Coelho.
Essa personalidade, que bem poderia estar internada no Sobral Cid, entrou nas nossas vidas há
quase cinco anos e, desde então, têm alegrado a nossa existência com a sua
genialidade política. Atormentou os últimos anos do Alberto João enquanto
presidente da Madeira e continua a aterrorizar o mandato do atual presidente.
Seria um fantástico candidato, porque, acredito eu, reinaria a
boa-disposição. E, talvez, com tudo o que vai naquela mioleira, a Alemanha
deixaria de governar a Europa. Tudo porque ele é maluco o suficiente para
explodir com aquilo tudo.
O segundo candidato que sugerimos é o Marinho e Pinto. Ex-bastonário da Ordem dos
Advogados, eurodeputado e candidato a primeiro-ministro. Este homem é um
faz-tudo e é absolutamente incansável naquilo que diz
respeito a insultos e agressões a terceiros.
Além disso, é bem possível que ele desista do cargo enquanto presidente
apenas um mês após a tomada de posse por considerar que recebe em demasia. Renúncia ao
cargo, mas nunca ao salário! Isto é um homem de ideias feitas.
Consideramo-lo um bom candidato porque, se houvesse algum problema entre
ele e o governo, ele ia para a televisão e enxovalhava os ministros. Isto se
ele ficasse lá durante mais de um mês.
Por fim, mas nem por isso menos credível, temos o Duarte Lima. Ele apenas é
acusado de homicídio e desvio de capitais, mas se no Brasil uma pessoa
condenada por assalto à mão armada pode chegar a presidente, por que razão um
homicida em Portugal não pode?
Talvez, com a sua eleição, pudesse ser finalmente firmado o acordo de
extradição com o Brasil e o Duarte Lima pudesse ir governar para lá e criar de
novo o império português. E, quem sabe, se calhar o Sócrates ficava como regente do território
desde o forte de Évora.
Por hoje é tudo, e não podemos deixar de referir para, na eventualidade de
alguns destes nomes se encontrar no boletim de voto, refletirem bem antes de
tomarem qualquer decisão. Porque são estes os homens certos para esse cargo.
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