Na
semana em que na santa terrinha estreou o aguardado filme dos Minions, não me posso permitir não
aquinhoar a seguinte história. Passa-se algures neste mundo de mentes isentas
de sentido de humor mas repletas de substâncias libertadoras de odores
intestinais.
Acontece
que certo indivíduo, aborrecido quiçá ou com genuína vontade de lavar algumas
cabeças, aperaltou-se, vestiu-se de modo a representar os pequenos aventureiros
amarelos e dirigiu-se a um supermercado. Aí chegado, consultou a sua lista de
compras onde constava a razão da sua ida. O item desejava eram…bananas.
Quem
conhece a narrativa do filme já apregoado poderia predizer qual seria o
procurado artigo por estranha personagem.
Todavia,
por muito engraçada e, obviamente, estranha que seja a brincadeira nem toda a
gente soube encaixar a índole humorística que o seu autor quis emprestar à sua
ação. Isto porque o
gerente pediu ao arlequim para abandonar a loja e nunca mais voltar. Do
género….banido para a vida!
Como
justificação disse que se este estivesse a recolher dinheiro para a caridade
poderia ficar e prosseguir com a sua ação de beneficência mas como era para
simples recreação, não autorizou o prolongamento dos seus afazeres.
Talvez
este Minion deva adotar este gerente
como o seu próximo patrão malvado que pretende impedir o alcance da felicidade
mundial não permitindo ações que bem disponham o estado de espírito da malta. Posto isto, o Gru é que é o Maldisposto….certo?´
Deixa-me
um pouco tristonho…talvez tristonho não seja exatamente a palavra que procuro…
deixa-me desapontado acreditar que haja pessoas que não conseguem ver para além
da simples execução de uma atitude chistosa.
Será
o sorriso tão pueril ao ponto que também sintamos a necessidade de cortar na
energia despendida nele? Já
anda a EDP também a cobrar os joules que
consumimos para nos rirmos? È que se anda, por favor, avisem-me que a minha
dívida a essa empresa deve ser já grandita!
É que
não bastam todos os importantes e suficientes problemas que envolvem as nossas
vidas como ainda queremos adicionar a essa lista a incapacidade e a recusa do
riso.
Rir
faz bem! Sorrir é uma
doença contagiosa para a qual, felizmente, não há vacina. Ri-te, contagia
alguém com o teu sorriso e, no fim, quando te despedires dessa pessoa, não te
sintas mal por tê-la “infetado”. Acabaste de lhe diminuir o stress e a
ansiedade. Acabaste de lhe produzir a libertação endorfinas. Acabaste de lhe
fortalecer o sistema imunitário. No fim de contas, acabaste de lhe trazer saúde
e até salvar-lhe a vida!
E
acredita que não há procedimento médico tão eficaz como partilhar um sorriso!

Sem comentários:
Enviar um comentário