domingo, 16 de agosto de 2015

Quando rir é mesmo o melhor remédio!

Na semana em que na santa terrinha estreou o aguardado filme dos Minions, não me posso permitir não aquinhoar a seguinte história. Passa-se algures neste mundo de mentes isentas de sentido de humor mas repletas de substâncias libertadoras de odores intestinais.
Acontece que certo indivíduo, aborrecido quiçá ou com genuína vontade de lavar algumas cabeças, aperaltou-se, vestiu-se de modo a representar os pequenos aventureiros amarelos e dirigiu-se a um supermercado. Aí chegado, consultou a sua lista de compras onde constava a razão da sua ida. O item desejava eram…bananas.  

Quem conhece a narrativa do filme já apregoado poderia predizer qual seria o procurado artigo por estranha personagem.
Todavia, por muito engraçada e, obviamente, estranha que seja a brincadeira nem toda a gente soube encaixar a índole humorística que o seu autor quis emprestar à sua ação. Isto porque o gerente pediu ao arlequim para abandonar a loja e nunca mais voltar. Do género….banido para a vida!

Como justificação disse que se este estivesse a recolher dinheiro para a caridade poderia ficar e prosseguir com a sua ação de beneficência mas como era para simples recreação, não autorizou o prolongamento dos seus afazeres.

Talvez este Minion deva adotar este gerente como o seu próximo patrão malvado que pretende impedir o alcance da felicidade mundial não permitindo ações que bem disponham o estado de espírito da malta. Posto isto, o Gru é que é o Maldisposto….certo?´

Deixa-me um pouco tristonho…talvez tristonho não seja exatamente a palavra que procuro… deixa-me desapontado acreditar que haja pessoas que não conseguem ver para além da simples execução de uma atitude chistosa.

Será o sorriso tão pueril ao ponto que também sintamos a necessidade de cortar na energia despendida nele? Já anda a EDP também a cobrar os joules que consumimos para nos rirmos? È que se anda, por favor, avisem-me que a minha dívida a essa empresa deve ser já grandita!

É que não bastam todos os importantes e suficientes problemas que envolvem as nossas vidas como ainda queremos adicionar a essa lista a incapacidade e a recusa do riso.

Rir faz bem! Sorrir é uma doença contagiosa para a qual, felizmente, não há vacina. Ri-te, contagia alguém com o teu sorriso e, no fim, quando te despedires dessa pessoa, não te sintas mal por tê-la “infetado”. Acabaste de lhe diminuir o stress e a ansiedade. Acabaste de lhe produzir a libertação endorfinas. Acabaste de lhe fortalecer o sistema imunitário. No fim de contas, acabaste de lhe trazer saúde e até salvar-lhe a vida!


E acredita que não há procedimento médico tão eficaz como partilhar um sorriso!

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