domingo, 9 de agosto de 2015

Aleatoriedades

Não tenho texto. Por isso decidi escrever completas aleatoriedades. Nada disto vai fazer sentido. Mas a outra opção era escrever um texto sobre o pretexto de não ter um texto. Mas isso pareceu-me muito confuso na minha cabeça. Por isso, optei pela segunda opção.
Consideram que estou fazer um pouco de stand-up comedy. A única diferença é que estou sentado. Então consideram que estou a fazer sit-down comedy. Mas isto também não tem muito piada. Então vou fazer sit-down tragedy.

Um pouco mais a sério, quero-me queixar que o meu computador ganhou-me ontem num jogo de xadrez. Não gostei e hoje desafiei-o para um jogo de boxe. Ganhei. Ficou com o ecrã partido e umas teclas arrancadas. Agora tenho de o levar ao oftalmologista e ao dentista de computadores para ver se fica bom para o round 2. O árbitro não permitiu que continuasse a lutar com computadores lesionados meninos.
Mas a verdade, é que eu podia treinar xadrez para ver se conseguia ganhar a computador. Mas na Internet agora vendem-se troféus de tudo. Acho que vou comprar um e já fico bom jogador de xadrez. E de damas. E de futebol, apesar de ter os pés tortos.
Sou muito bom a resolver o cubo mágico ou cubo de Rubick. Outro dia desafiei o meu amigo Zebedeu e ganhei. E ele, como todos os perdedores, inventou desculpas. Disse que era daltónico. Como se isso fosse desculpa…

Também a minha irmã de 14 anos é muito boa nestas coisas em que se têm de usar a lógica e o pensamento. Ontem acabou um puzzle e só demorou seis meses. É impressionante porque a caixa dizia 2-4 anos.
Apesar deste feito impressionante, não posso deixar de apontar uma falha no seu magnífico intelecto. Quando jogamos ao pedra-papel-tesoura, ela insiste que o papel ganha à pedra. E então, um dia, atirei-lhe uma pedra enquanto ela segurava um papel. Ficou com um corte tão perfeito que parecia ter sido feito à tesoura. A partir desse dia nunca mais quis jogar comigo esse jogo.

Uma dúvida sempre me afetou na catequese, quando se falava de Noé e da sua arca. Dizem que ele levou dois exemplares de cada espécie, mas eu nunca percebi onde é que ele colocou os pica-paus.
Na catequese também sempre me ensinaram a ser simpático com todas as pessoas, em especial com os chamados nerds. Porque é muito provável que um dia acabemos todos a trabalhar para eles.

Nas aulas de História ensinaram-me que Hitler se suicidou por amor e vergonha. Eu pessoalmente acho que ele se suicidou depois de ter recebido a conta do gás.
Uma coisa que eu também nunca percebi foi o tempo que as pessoas levam a escrever uma composição. Um dia na escola, a professora mandou fazer uma composição com o título: Religião, Monarquia e Sexo. Estiveram todos uma eternidade a fazer isso e só eu, ao fim de cinco minutos, é que tinha tudo feito. A professora mandou-me a ler o que tinha escrito na redação e eu, confiante, li: Oh meu Deus, disse a princesa. Que bom! A professora gostou tanto que me mandou ir lê-la ao diretor e ele também gostou muito, que até me deu dois dias de férias por causa dela.

Enfim, tanta aleatoriedade só podia dar nisto!

Até breve! 

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